(Fonte: radicalizingg)
Nesse ano de 2012, fiz amizades que nao podia ter imaginado que existiam, encontrei amores que consequentemente nao deram certo… Aproveitei a vida intensamente, mas sempre tive medo de arriscar. Porém, a pouco tempo percebi que sem riscos, nao haverá uma vida de surpresas… Tudo será planejado e programado… Quero surpresas, quero curtir a vida!
É incrível como nos apegamos a certas pessoas… Agora eu dou razão a todos aqueles que dizem “devemos confiar apenas em nos mesmos!” Achava bobagem, mas a verdade é que as pessoas não sabem amar! Não importa quanto tempo passe, nada ira mudar! Não vejo outra alternativa a não ser esquecer que um dia acreditei no amor…
Erros… Todos os seres humanos erram! Porém, percebi que apenas aqueles aos quais damos extrema importância, sao notados! muitas vezes erramos e damos a importância demais e acabamos pensando tanto que nao há como nao perceber. Apenas aceite que você também erra e que nada é tão horrível quanto pareça. Sempre há uma saída! 👍
“Tenho saudades das minhas mãos de piano. Aquelas mãos que não tinham medo, aquelas mãos que não hesitavam, aquelas mãos que amavam as teclas (todas) sem a menor das hesitações. Tenho saudades do calor que emanava dessas minhas outras mãos quando tocava aquela música particular com aquela determinação particular. Tenho saudades de ver essas duas outras mãos moverem-se teclado acima e teclado abaixo como uma coisa exterior a mim, incontrolável; era como se essas mãos, que eram outras e não estas, em contacto com o teclado, virassem paixão, e o que acariciava ou agredia as teclas (era conforme) não eram dedos, mas sim beijos: beijos suaves, beijos tímidos, beijos roubados e até mesmo beijos violentos, daqueles com dentadas de fazer sangue. Tenho saudades dessas minhas outras mãos, porque essas outras sentiam e eram mais parte de mim porque eram mais eu. Estas que tenho agora? Despojadas de teclado e de paixão? São utensílios… Meros utensílios! Entensões de mim que apenas servem para me prolongar, já não me fazem crescer e voar como antes… Tenho saudades das minhas mãos de piano.”